19 de Junho de 2009
7 de Junho de 2009
Pôr-do-Sol na aldeia da Estrela
6 de Junho de 2009
Arte Pública em Sintra - Pormenores
4 de Junho de 2009
Photo Espanha em Portugal

A edição de 2009 da Photo Espanha também está em Portugal, no CCB, até 26 de Julho próximo, com dois fotógrafos: Cristóbal Hara e Mabel Palacín.As imagens que aqui estão pertencem a Cristóbal Hara. São imagens do quotidiano das aldeias espanholas. Cristóbal é um excelente na fotografia documental e na cor. O seu livro Vanitas (1999) recebeu o prémio de Melhor Livro de Fotografia do Ano atribuído pela Photo Espanha.
A não perder!
30 de Maio de 2009
Final de mandato

Cruzamo-nos com mais ou menos regularidade com despojos do processo produtivo. Estas máquinas também tiveram uma vida que ajudou na nossa qualidade de vida. Por onde terão andado? Que coisas ajudaram a construir? Tal como nos comuns dos mortais, há sempre uma história escondida em cada pessoa que nos deixa.Meia Maratona de Sintra
Com mais de 600 inscrições à partida, disputou-se, no passado fim-de-semana a 7ª Meia Maratona dos Palácios, em Sintra. Prova que uniu o Palácio da Vila de Sintra ao Palácio Nacional de Queluz numa extensão de 21 195 metros.23 de Maio de 2009
Monólogos da vagina
Estreou a 26 de Maio, no Casino do Estoril de Lisboa, a peça escrita em 1996 por Eve Enseler, encenada por Isabel Medina e interpretação de Ana Brito Cunha, Guida Maria e São José Correia.
A peça, já representada em cerca de 120 países (entre outras por actrizes como protagonistas Jane Fonda, Whoopi Goldberg, Susan Sarandon, Oprah Winfrey ou Meryl Streep), baseia-se em histórias do quotidiano feminino, a partir de 200 entrevistas realizadas a mulheres de todo o mundo. Monólogos da Vagina tratam do universo feminino e da sua sexualidade em particular, onde surgem questões diversas como o próprio conceito de vagina, mas também questões como o prazer, a infidelidade, a menstruação, o dia-a-dia de uma vagina, não só sob o olhar feminino, mas também do masculino.
Do Texto:
20 de Maio de 2009
10 de Maio de 2009
7 de Maio de 2009
Nos bastidores das Vampiras Lésbicas de Sodoma






A Companhia Teatral do Chiado, em Lisboa, apresenta, pelo 4º ano consecutivo, a peça As Vampiras Lésbicas de Sodoma de Charles Busch. João Carracedo, João Marta, Manuel Mendes, Pedro Luzindro, Rita Lello e Simão Rubin são os(as) intérpretes da peca encenada por Juvenal Garcês. Passe por lá e divirta-se aos domingos à noite. Mais informações emhttp://www.companhiateatraldochiado.pt/info_peca.php?n_peca=37
Estivemos lá, nos bastidores, e tirámos as fotos
6 de Maio de 2009
Patxi Andion volta a Portugal

Em Maio, numa cidade perto de si. Dia 13 na Figueira da Foz, a 14 em Lisboa, dia 15 na Casa da Música no Porto e a 16 no Teatro Municipal da Guarda, o autor de canções como Una dos y três, Veinte aniversario ou Nos passarán la cuenta, volta com a sua voz quente, rouca e poderosa, para relembrar os anos de 70 e 80, quando era presença assídua no panorama musical português.2 de Maio de 2009
26 de Abril de 2009
Rally de automóveis antigos em Sintra
Decorreu entre 17 e 18 de Abril último a 5ª Edição do Rally das Camélias para automóveis antigos. Trinta e cinco carros alinharam à partida e concluiram a prova que partiu do Hotel Penha Longa e passou por lugares emblemáticos do concelho como Cabo da Roca, Colares, Pêro Pinheiro, Peninha, Pena, Sintra (vila), Belas e Palácio de Queluz.15 de Abril de 2009
12 de Abril de 2009
A obra de Ana Casas Broda
Foto extraída de http://docentes.uacj.mx/fgomez/museoglobal/photogallery/C/ana%20casas%20broda/ana%20casas%20broda%20serie%20viena%2019821992.jpgPor favor cliquem em http://www.zonezero.com/exposiciones/fotografos/casas/menu1.html .
Um abraço
11 de Abril de 2009
9 de Abril de 2009
Kátia Guerreiro apresenta o seu novo álbum
5 de Abril de 2009
38.75548 Norte / 9.28661Oeste

Na periferia da cidade, naquele sítio, numa altitude um pouco mais elevada, enquanto as horas e os dias passavam, debruçado numa janela, observava, contemplava, como uma paisagem, um pequeno espaço da calçada tangente ao prédio, normalmente despido de gente, de quando em quando interrompido por movimentos pendulares, repetitivos, num contínuo sucessivamente interrompido pela ausência de pessoas naquela extensão que interliga lugares de partida e chegada dos viajantes, lugares cuja identidade se oferece à imaginação do espectador.
Este espaço praticado pelos transeuntes que se cruzam nas suas deslocações casa-emprego, mercado, escola, centro comercial, farmácia, etc., dá à rua, pelos seus itinerários individuais (que se entrecruzam e se ignoram), e ao sítio onde existe, as características urbanas de um (não) lugar.
Se o espaço interliga lugares concretos onde as acções acontecem, o lugar, numa perspectiva humanista, é um local afectivo, com forte coesão e laços de identidade e coerência; é lá que se trabalha, se habita, fazemos as nossas trocas, ou simplesmente passeamos. Este lugar, para o paradigma de uma geografia cultural, tem cara e resulta da construção de múltiplas experiências dos seus presentes. Os geógrafos radicais referenciam o lugar pela sua singularidade e deve ser entendido à luz do espaço global que visa o bom funcionamento dos projectos dos grupos sociais hegemónicos.
Se o lugar tem identidade, história, mitos, sentido e protege o indivíduo, o não lugar, como aquele que observámos, é o contrário de tudo isto. Encontramos os não lugares nos aviões, nos endereços virtuais da internet, nos autocarros, nas cadeias de supermercados, ou jardins, por exemplo. A relação dos indivíduos com estes locais é feita de passagens efémeras reguladas por textos normativos e onde os caminhantes apenas readquirem a sua identidade à entrada ou saída destes não lugares. É assim com as pessoas fotografadas neste trabalho, propositadamente de cima, de modo a acentuar uma identidade não reconhecida. São pessoas com uma identidade própria conhecida e reconhecida apenas nos lugares de saída (as residências) e nos lugares de chegada (emprego, escola, caixa do supermercado, por exemplo).
É no anonimato dos não lugares que as gentes observadas e fotografadas de forma incógnita experimentam solitária e livremente o destino humano que cada uma vai construindo, condicionado pelas modas da globalização.
Da minha janela comecei por contemplar a paisagem onde observei a repetição permanente de instantes decisivos. Não os instantes de Cartier Bresson (onde “a determinação do fotógrafo em fazer coincidir o cérebro [conhecimento técnico e sabedoria], o olho [a eleição estética] e o coração [a sensibilidade]” [Alfredo Aquino] firmavam o instante decisivo); mas sim os momentos únicos de passagens tão diferentes na sua semelhança. Diferentes nos sentidos, nos ritmos, nos objectivos, nas idades, nos géneros…
As 54 imagens deste projecto funcionam como prova de vida de um sítio e podem ser observadas como um todo, através da proximidade de 4 molduras de 12 fotografias cada que testemunham assim, pela condensação/repetição, sobreposição dos tempos de passagens, de pessoas e trajectos. Trata-se de um olhar multidisciplinar onde coexistem o fotógrafo e o geógrafo, talvez o sociólogo e também alguma visão filosófica e contemporânea que aproxima o estafado clique do fotógrafo ao autor e este do leitor de imagens.
Aqui a análise do todo não se pode fazer ignorando a parte e a sua importância na compreensão do global onde está inserida. Assim, o entendimento de 38.75548 Norte / 9.28661 Oeste deve ser feito através da observação dos 4 quadros, mas cada quadro vale por si e cada imagem é igualmente representativa de um ser que se sabe que é único. É como se através de uma brincadeira do zoom de uma teleobjectiva pudéssemos ter diversos níveis de análise deste não lugar, espaço de ligação entre lugares, andando permanente e sucessivamente do geral para o particular e do particular para o geral.
Agora observo de uma só vez a sobreposição de pessoas, de tempos de observação, ritmos de vida, uma pulsão própria do sítio observado e, ao mesmo tempo, olho em pormenor cada um daqueles instantes. Para mim, enquanto espectador, o passeio situado a 38.75548 Norte / 9.28661 Oeste adquiriu uma história, um sentido particular, uma visão diferenciada e, por isso, ganhou identidade e é hoje o meu lugar.
Fotos e texto de João Vasco
27 de Março de 2009
Concurso de fotografia
A Junta de Freguesia de S. João de Brito, em Lisboa, que está a celebrar os seus 50 anos de vida, vai organizar no próximo dia 16 de Maio, um concurso de fotografia. Mais informações em www.jf-sjbrito.pt. Apareçam.
24 de Março de 2009
23 de Março de 2009
FIAR de Palmela
Hoje recordo aqui o FIAR de 2004. O FIAR é um excelente Festival Internacional de Artes de Rua que se realiza em Palmela no último fim-de-semana de Julho, presentemente de 2 em 2 anos. O FIAR, que tem o apoio da câmara local e a responsabilidade executiva do grupo de teatro O Bando, deixou há 3 anos de contar com o apoio do Ministério da Cultura o que naturalmente se reflectiu na alta qualidade do cartaz anteriormente oferecido.Paralelamente ao FIAR a Câmara Municipal organizava um concurso de fotografia sobre o festival e esta imagem ganhou na categoria de cor.
22 de Março de 2009
Sérgio Godinho


No passado dia 28 de Fevereiro, Sérgio Godinho apresentou no Cine-Teatro João Mota, em Sesimbra, um espectáculo de 20 canções por onde passaram, entre outras, 1º Gomo, Arranja-me um emprego, Democracia, Liberdade, Só neste país ou Quadras Soltas.17 de Março de 2009
10 de Março de 2009
9 de Março de 2009
8 de Março de 2009
7 de Março de 2009
6 de Março de 2009
Os/as tradutores/as


Realizou-se com enorme êxito, em Lisboa, no passado mês de Fevereiro, a 8ª Reunião Regional Europeia da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Andámos por lá e pudemos testemunhar a grande importância das e dos tradutoras e tradutoras para o sucesso dos trabalhos. Aqui fica a minha homenagem.2 de Março de 2009
1 de Março de 2009
8 de Fevereiro de 2009
3 de Fevereiro de 2009
Rui Reininho - Retrato
31 de Janeiro de 2009
Mafalda Veiga no Coliseu de Lisboa



Com o convidado Tiago Bettencout, vocalista dos Toranja
Espectáculo no passado 24 de Janeiro no Coliseu de Lisboa, onde terminou uma série de espectáculos 5 espectáculos (2 no Porto e 3 em Lisboa). E, como disse Margarida Pinto Correia "estas noites no Coliseu são grandes, enormes dentro de nós. Porque saímos a cantar, cheios de coragem para o que temos de mudar".24 de Janeiro de 2009
19 de Janeiro de 2009
18 de Janeiro de 2009
14 de Janeiro de 2009
13 de Janeiro de 2009
Desafio
Convidar 8 blogues a participar no desafio (não obrigatório).
Comentar o blogue de quem nos convidou.
Comentar/avisar o blogue para que saibam desta iniciativa
Mencionar as regras.
Aqui ficam os meus sonhos
Que valha a pena viver em qualquer lugar do mundo
Que a humanidade saiba preservar o lugar onde vive
Que as crianças e jovens cresçam como crianças e jovens
Que os idosos morram felizes por terem vivido
Que a minha família seja feliz
Que os fotógrafos “olhem” cada vez melhor
Que eu consiga cada vez melhores fotografias
Que amanhã esteja Sol!
Passo o desafio aos seguintes blogues
PF – Fotografia
http://fotografiapf.blogspot.com/
A Luz e a Sombra
http://aluzasombra.blogspot.com/
As minhas panorâmicas
http://asminhaspanoramicas.blogspot.com/
Calendário de Instantes
http://xuanrata.blogspot.com/
“F” de PHOTO
http://fdephoto.blogspot.com/
Foto Diário
http://foto-diario.blogspot.com/
ISO 1975
http://iso1975.blogspot.com/
Lapsos de tempo
http://lapsosdetempo.blogspot.com/
11 de Janeiro de 2009
8 de Janeiro de 2009
6 de Janeiro de 2009
TUCANAS - Percussão criativa no feminino
Sara
Mónica



São cinco mulheres (Ana Claudia, Marina Henriques, Mónica Rocha, Sara Jonatas e Catarina Ribeiro) que apostaram os seus argumentos criativos na construção de instrumentos e composição de temas inspirados nas tradições portuguesas, africanas e brasileiras. Este conjunto criativo de vozes e percussão apresenta-se agora com uma nova formação: o acordeão vem trazer uma sonoridade diferente à banda, contribuindo para a interdisciplinaridade entre os valores rítmicos da percussão e as linhas melódicas deste instrumento tão nosso. O seu espectáculo é composto por uma forte componente cénica: brincam e jogam com o ritmo e a harmonia, dentro de um visual muito próprio. Entre a sensibilidade feminina e a força rude de tocar percussão. As Tucanas esperam com este trabalho dar a conhecer a sua música a outros “mundos “.Internet: www.tucanas.com/
Fotos de João Vasco



































































